segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
First Date
Alguns podem dizer que um primeiro encontro funciona como uma entrevista de emprego: deve-se fazer uso sutil porém marcante das suas melhores qualidades, não mentir sobre suas habilidades e jamais demonstrar insegurança. Ao final aguarde receber um call-back, já que hoje em dia ninguém gosta da sensação de ter tido uma experiência com alguém desesperado.
Agora pegue tudo o que eu escrevi no primeiro parágrafo, amasse e jogue no lixo. Jogos? Quem precisa deles? Em ambas as situações é necessário apenas uma coisa: ser você mesmo. Quer algo mais gostoso do que você usar uma situação que tende a ser estressante para um auto-descobrimento? Sente na mesa, respire fundo, e simplesmente fale. Não gosta de falar? Então pergunte. Ouça. Tenha reações espontâneas. Não calcule o número de palavras que você fala, não conte o número de risadas que você deu. Apenas seja você mesmo.
Hoje todo mundo gosta de fazer uma cena no primeiro encontro. Diz que lê vários livros enquanto não lembra do título do último que leu, diz que não gosta de encher a cara quando na verdade está com a maior ressaca do universo, diz que nunca ficou com mais de uma pessoa no mesmo dia enquanto no carnaval não lembra nem com quantos fez sexo.
Então o certo é falar na lata tudo isso ao conhecer a pessoa? HELL NO! O que eu estou dizendo é, seja uma pessoa que você é sem precisar passar os detalhes mais assustadores da sua vida (não diga que você não tem nenhum, pois hoje em dia todos têm algo a esconder). Eu, por um lado, sou um pouco diferente, como eu adoro falar e, principalmente, falar sobre mim, sempre acabo comentando coisas desnecessárias como já ter dado perda total em dois carros ou ter cortado o pulso quebrando uma janela no meio de um menage a trois. Mas este sou eu. Eu tento dar um ar polêmico e engraçado nessas histórias e, na maioria das vezes, da certo! Deixa elas mais leves e, no fim de cada uma eu destaco que aprendi algo com elas.
Ser um bom ouvinte: todos gostam de sentir que estão sendo ouvidos. Não existe uma pessoa nesse mundo que não goste de falar sobre ela mesma. Se você ouvir, entender, comentar e passar a ideia de que você está interessado, é um ponto positivo na certa! Dessa forma você aprende sobre a pessoa que você esta conhecendo, consegue fazer uma relação com suas experiências pessoais e, o mais importante, consegue ter uma ideia se há algum futuro ou não.
Ao final, um beijo não é necessário. Antes não beijar no primeiro encontro e nunca mais ver a pessoa do que beijar, adorar o beijo, e não ter um segundo encontro. Te garanto: se a pessoa gostou de você, ela irá ficar tão na vontade quanto e, ao chegar no segundo encontro, o primeiro beijo será ainda melhor.
Agora na real, não tente ver isso como um roteiro, e sim como algo para você mentalizar. Chegue e monte o SEU roteiro. Faça do SEU jeito. Porque se a pessoa for "the one", ela vai adorar você do jeito que você é. =)
Agora pegue tudo o que eu escrevi no primeiro parágrafo, amasse e jogue no lixo. Jogos? Quem precisa deles? Em ambas as situações é necessário apenas uma coisa: ser você mesmo. Quer algo mais gostoso do que você usar uma situação que tende a ser estressante para um auto-descobrimento? Sente na mesa, respire fundo, e simplesmente fale. Não gosta de falar? Então pergunte. Ouça. Tenha reações espontâneas. Não calcule o número de palavras que você fala, não conte o número de risadas que você deu. Apenas seja você mesmo.
Hoje todo mundo gosta de fazer uma cena no primeiro encontro. Diz que lê vários livros enquanto não lembra do título do último que leu, diz que não gosta de encher a cara quando na verdade está com a maior ressaca do universo, diz que nunca ficou com mais de uma pessoa no mesmo dia enquanto no carnaval não lembra nem com quantos fez sexo.
Então o certo é falar na lata tudo isso ao conhecer a pessoa? HELL NO! O que eu estou dizendo é, seja uma pessoa que você é sem precisar passar os detalhes mais assustadores da sua vida (não diga que você não tem nenhum, pois hoje em dia todos têm algo a esconder). Eu, por um lado, sou um pouco diferente, como eu adoro falar e, principalmente, falar sobre mim, sempre acabo comentando coisas desnecessárias como já ter dado perda total em dois carros ou ter cortado o pulso quebrando uma janela no meio de um menage a trois. Mas este sou eu. Eu tento dar um ar polêmico e engraçado nessas histórias e, na maioria das vezes, da certo! Deixa elas mais leves e, no fim de cada uma eu destaco que aprendi algo com elas.
Ser um bom ouvinte: todos gostam de sentir que estão sendo ouvidos. Não existe uma pessoa nesse mundo que não goste de falar sobre ela mesma. Se você ouvir, entender, comentar e passar a ideia de que você está interessado, é um ponto positivo na certa! Dessa forma você aprende sobre a pessoa que você esta conhecendo, consegue fazer uma relação com suas experiências pessoais e, o mais importante, consegue ter uma ideia se há algum futuro ou não.
Ao final, um beijo não é necessário. Antes não beijar no primeiro encontro e nunca mais ver a pessoa do que beijar, adorar o beijo, e não ter um segundo encontro. Te garanto: se a pessoa gostou de você, ela irá ficar tão na vontade quanto e, ao chegar no segundo encontro, o primeiro beijo será ainda melhor.
Agora na real, não tente ver isso como um roteiro, e sim como algo para você mentalizar. Chegue e monte o SEU roteiro. Faça do SEU jeito. Porque se a pessoa for "the one", ela vai adorar você do jeito que você é. =)
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
A Tentação do Impossível
Criamos ficções porque, por meio delas, saímos do cárcere do real e vivemos as mil vidas que de outra forma não poderíamos viver. Ademais, ... , porque no ir e vir da ficção vemos as imperfeições do mundo real e se afina nossa consciência crítica, a ferramenta que impede que as sociedades se paralisem na resignação e na apatia. Aspirar ao impossível, como fazem Victor Hugo e, em maior ou menor grau, todos os grandes criadores de ficção, é um antídoto contra o conformismo e a indolência. Esta é a razão de ser do romance, esta é a razão pela qual há escritores – entre os quais Vargas Llosa – que põem todo seu empenho em se deixar tentar pelo impossível.
domingo, 12 de fevereiro de 2012
Angústia
As vezes não sei direito do motivo de eu postar meus pensamentos aqui. Acredito que seja uma forma de eu canalizar minhas emoções de uma forma que eu não as transmita de forma negativa. Aqui eu posso falar tudo. Aqui eu posso dizer tudo. Aqui eu posso ser eu. Aqui eu posso falar o quanto eu estou, nesse momento, transtornado com a situação de hoje. E fico bastante aflito por eu ter me afetado tanto assim. Obviamente existe uma parte de mim que detesta decepcionar e magoar os outros, sim. Mas uma outra parte é por eu ter deixado passar uma oportunidade hoje. Uma oportunidade que acho que vai dar em algo. Com uma pessoa que eu acho que vai dar em algo. E se não der por hoje eu ter perdido essa oportunidade, vou ficar bastante revoltado. E vou ficar revoltado por duas razões: primeiro pelo fato de que, se não rolar por causa de hoje não era pra ter rolado, e segundo porque eu sabia que hoje não daria, não seria legal, eu fiz a decisão certa de deixar passar, e as vezes as decisões certas são as que doem mais. E doeu. E essa dor, essa angústia, essa irritação que estou tendo agora, foi reforçada pela pessoa que talvez pudesse ter sido mais compreensiva. Claro que preciso ver o outro lado, já que essa pessoa criou expectativas e, eu no lugar dela, teria ficado bem chateado também. Queria que ela visse que foi difícil pra mim, que não foi fácil dizer 'não'. Queria poder rebobinar e arriscar e ver o que teria acontecido se eu tivesse ido. Não queria dormir com o saldo negativo do dia, pois o dia foi muito bom tirando isso, mas esse acontecimento teve um poder tão grande sobre mim, que conseguiu me derrubar. Eu me permiti ser derrubado, foi mais forte do que eu. Eu não quero deixar passar coisas que acho que vão ser boas pra mim, espero que ele tenha sido sincero quando disse.. "uma hora da certo", e espero que dê certo comigo..porque acho que a gente tem tudo a ver. É isso. Você parece ser um querido, e parece ser meigo, e determinado, e divertido, e doce, e honesto. Quero mostrar a você que também sou, espero que eu consiga uma chance. Não esqueça de mim no carnaval. Pois estarei pensando no que poderá vir a acontecer entre a gente.
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